Levando a uma análise simples, do ponto de vista social, comum é ver as pessoas andarem na calçada com seus animais de estimação, seus filhos, seus amigos, etc. O incomum dentro disso são as diferenças que de tempos em tempos alteram ou apenas mudam e afastam essas pessoas do que antes era comum. O filho de um pode ser claro ou negro, o animal pode ser um gato ou um cachorro, a calçada pode ser reta ou torta e os amigos quase sempre de diferentes divisões éticas e modos de viver (não vou me aprofundar muito nessa parte, pois levaria a outro assunto). Mas o que há de incomum nisso? Simplesmente porque o comum trás consigo a essência de uma população cotidiana de certa região. Você sempre reconhecerá o seu vizinho ao passar pela rua, mas se o mesmo aparecer com um corte de cabelo diferente, um acompanhante desconhecido ou qualquer coisa que o diferencie da forma pela qual ele é visto pelo seus olhos, provavelmente haverá um questionamento na sua mente e, consequentemente, você, como qualquer outra pessoa que o conheça, achará essa nova tendência um tanto quanto incomum por parte desta pessoa.
Após essa análise é de praxe da mente humana pensar e refletir: "Será que isso acontece comigo? Se não, porque eu não consigo perceber?". Aí que entram as diferenças entre a forma de pensar do cidadão normal e do cidadão que possui certo conhecimento sobre o saber filosófico. Qualquer um que teve a audácia de usar o conhecimento discursivo para compreender essa análise conseguiu, com sucesso, receber a mensagem principal transmitida pelo texto, que seria como o incomum entra em contato com o comum nas relações sociais. Isso só serve para mostrar como existem diferenças no modo de interpretar as várias categorias literárias contidas em nossa língua, e de que cada ser humano, dentro da sua análise comum pode achar incomum as informações contidas em textos como esse, que utilizei apenas de poucos minutos do meu dia, com intervalos de mínimos segundos entre cada palavra escrita, o que o torna, em relação ao tema escolhido, pouco abrangente, escasso de informações, mas que expressa minhas ideias de forma clara e objetiva.
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