A noite é fria ou quente
A madrugada sombria
É difícil descrever
Vós terais que ver
Como é a madrugada.
Se achas que noites são ríspidas
O que dirás das madrugadas
Onde o vento frio bate seco no peito
E esfria o coração.
Com umas expressão triste
Ela ri para mim
Com lágrimas nos olhos
Fura-me com seus espinhos
É o enigma da madrugada
Que me leva por essa estrada torta, sem volta
Que faz da vossa felicidade morta
E que levou meu juízo à perdição.
Por que és tão sombria?
Por que não desisto de vós?
Por que levas minha alegria?
Tenebrosa madrugada.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Meu Amor
Deixe o tempo passar
Deixe as coisas acontecerem
Deixe que o tempo diga
O que há de se dizer.
Nosso amor é de semblante alegre
Nosso amor é de ferro
Não há quem desalegre
Nem quem desabe vosso ego.
Tu me fazes sentir o bem
Que no passado fora mau
E o desconhecido
Que antes fora banal.
O medo é teu defeito
Deveria amar o vosso feito
Queria ter te visto direito
Para depois não ouvir seu rezingar
Afinal, ninguém é perfeito.
És minha fonte de coragem
Em que reflito minha imagem.
Deixe as coisas acontecerem
Deixe que o tempo diga
O que há de se dizer.
Nosso amor é de semblante alegre
Nosso amor é de ferro
Não há quem desalegre
Nem quem desabe vosso ego.
Tu me fazes sentir o bem
Que no passado fora mau
E o desconhecido
Que antes fora banal.
O medo é teu defeito
Deveria amar o vosso feito
Queria ter te visto direito
Para depois não ouvir seu rezingar
Afinal, ninguém é perfeito.
És minha fonte de coragem
Em que reflito minha imagem.
O Meu Medo - Receio
Medo de ser o que não quero
Medo de não ter a quem ater
Medo de um futuro áspero
Medo de não ter o conhecer.
Com mágoas eu carrego a vida
Com dores eu impregno a alma
Com ódio eu alimento a fúria
Mas com medo apenas sinto acabar
Ao que fora vívido, extenuar.
Não tenho o medo que tu tens
E sim do que começou no fim
Que extravasou do conto
E na sua forma finda atingiu a mim
Pois meu medo é não ser amado
Pelo que por mim é sagrado.
Medo de não ter a quem ater
Medo de um futuro áspero
Medo de não ter o conhecer.
Com mágoas eu carrego a vida
Com dores eu impregno a alma
Com ódio eu alimento a fúria
Mas com medo apenas sinto acabar
Ao que fora vívido, extenuar.
Não tenho o medo que tu tens
E sim do que começou no fim
Que extravasou do conto
E na sua forma finda atingiu a mim
Pois meu medo é não ser amado
Pelo que por mim é sagrado.
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