terça-feira, 4 de setembro de 2012

Madrugada

A noite é fria ou quente
A madrugada sombria
É difícil descrever
Vós terais que ver
Como é a madrugada.

Se achas que noites são ríspidas
O que dirás das madrugadas
Onde o vento frio bate seco no peito
E esfria o coração.

Com umas expressão triste
Ela ri para mim
Com lágrimas nos olhos
Fura-me com seus espinhos

É o enigma da madrugada
Que me leva por essa estrada torta, sem volta
Que faz da vossa felicidade morta
E que levou meu juízo à perdição.

Por que és tão sombria?
Por que não desisto de vós?
Por que levas minha alegria?
Tenebrosa madrugada.

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